
A borracha apaga,
A água limpa,
O vento leva
E a memória guarda.
Doce é o tempo que foi
Amargo é o tempo que há,
Onde não esqueço
Só...lamento!
Virar às páginas?
Se ainda podem ser relidas.
Rasgá-las...melhor,
Queimá-las...sem dó.
Das linhas escritas,
Da taça tingida,
Que o vento...leve...
As cinzas!
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